sábado, 29 de dezembro de 2012

Tudo tem seu tempo, até o próprio tempo.

Quem separou o ano em doze meses fez a escolha mais acertada de todos os tempos. Doze meses, tempo suficiente para ficarmos exaustos de trabalho, termos momentos incríveis de alegrias, decepções, escolhas, aprendizados. E como se o tempo voasse, escorrendo por nossas mãos, passando rápido em nossos olhos... Ano Novo. Acabaram-se as chances desse ano. O Ano é Novo, são novas metas a cada ano, e tudo se reinicia. Doze meses, é o tempo suficiente para se reinventar, reviver, reaprender e se não der certo, mais um ano virá. E após, várias outras chances. Nesses doze meses descobrimos a verdadeira função do tempo, o quanto precisamos deixar ele atuar em nossas vidas, necessidade de esperar, entender. Quanto mais velhos ficamos, mais pacientes nos tornamos. E porque isso? É o resultado dos doze meses. Tudo tem seu tempo, sua ordem, levam-se doze meses para completar 1 ano, o mês é dividido em trinta dias, e isso é imutável, assim como as horas, os minutos, não há como se atrasar, como adiantar, deve-se viver os doze meses integralmente, seus segundos, minutos, horas. Nada é pra ontem, nunca foi tarde demais. Há um plano, um caminho, uma razão. É em função do tempo que envelhecemos, temos o tempo suficiente para aprender, nada é eterno, muito menos o nosso tempo. Portanto, temos todo o tempo do mundo, mas admita a si mesmo todos os dias que até o tempo tem um fim, admita que, tudo tem seu tempo, até o próprio tempo. Nem tudo é eternamente perfeito. O tempo sim, o tempo é perfeito, sempre na mesma velocidade, no mesmo instante. E se o relógio rodar por 120 minutos, haverão se passado exatamente 2 horas, em qualquer lugar do mundo, para qualquer pessoa do mundo. É tempo de ser feliz, de se redescobrir, de tomar coragem.
AINDA É TEMPO, AINDA HÁ MUITO TEMPO!