Sinto a garganta amargar e os olhos arderem e logo me lembro, Ah, a hora de chorar. São as tristezas repentinas sem motivo algum ou com todos os motivos do mundo. Sofro pela África e pelo dedinho do pé que bati essa manhã na mesinha. Choro pelo meu primeiro amor e pela minha cachorrinha que perdeu os filhotes. Me sinto triste por não amar todas as pessoas e também choro por ser tão indelicada com a vida. Choro por não conseguir ter paciência e por achar todas as pessoas do mundo idiotas e choro também por não conseguir ser idiota como elas e viver como elas. Choro sem porque e com todos os porquês. Minhas lágrimas se revezam com as borboletas que insistem em viver no meu estômago. Já me apeguei aos dois, fazem parte de mim e quando não estou triste há muito tempo, vivo com medo da tristeza vir e eu não estar preparada. Estou sempre preparada pra dor no avião, nas músicas românticas e nas felizes também. Minha tristeza está sempre por ali estampada em cada cantinho dos meus dias. Dias esses, que vivo um atrás do outro na esperança de que minha tristeza se acabe ou chegue de uma vez.
Viver pra sempre esperando a tristeza é tão cruel quanto terminar um relacionamento longo todos os dias.
sábado, 15 de junho de 2013
O que foi bom
E todos os dias eu sinto saudade de casa. Não dá minha casa de hoje, mas da casa que um dia foi família, que tinha cheiro de domingo com jornal e queijo quente, das brigas pra arrumar o quarto, saudades da atenção e do cuidado. Ah o cuidado... não chega tarde, leva casaco, quem vai? Filha, acho melhor você não ir, estou com mau pressentimento, trás sua amiga aqui pra eu conhecer e ver se é boa pessoa.
Naquela casa eu aprendi coisas que nem sempre ponho em prática, por puro desleixo, porque no fundo eu sei que aquela é a melhor forma de se viver e fazer viver. Conheça sempre a família dos seus amigos e namorados, só assim você vai saber se são realmente o que elas mostram ser. Pessoas com muitos amigos não são tão confiáveis, todo mundo tem um melhor amigo e seu segredo pode não estar tão bem guardado. Cuide do seu quarto e o mantenha sempre organizado isso vai fazer com que você jao perca muito tempo procurando as coisas.
Naquela casa tinha tanta alegria aos sábados de festa. Todos juntos fazendo o jantar e todos juntos limpando depois. Tinha brigas e reconciliações e enterro dos ossos aos domingos. Tinha vizinhos-parentes e parentes-vizinhos. Tinha café da tarde e conversas altas. Primos corrrendo juntos com os cachorros de estimação. Tinha tudo que uma família de verdade tem e me pego sentindo falta dela todos os dias. Vejo outras famílias, mas a minha era melhor porque era minha.
Agora, só restou eu e esse imenso baú de lembranças boas e de saudades, e de apego, e de Carinhos e conselhos maternos. Comitiva pra ajudar na tarefa de casa, festa com cada nota boa da escola e comoção geral por uma nota ruim. Sinto falta de tudo isso e sofro. Sei que nunca será igual. Era a minha família perfeita com seus defeitos e eu amava todos eles, mas as outras tem sim suas belezas mas nunca será comparada à mágica da minha. Nas outras há fofocas, brigas e rancor pelos cantos, algumas alegrias, mas nem sempre tão compartilhadas e em nenhuma delas encontro meu amor e minha alegria infantil que ficou lá, na minha enorme e perfeita família perdida.
Naquela casa eu aprendi coisas que nem sempre ponho em prática, por puro desleixo, porque no fundo eu sei que aquela é a melhor forma de se viver e fazer viver. Conheça sempre a família dos seus amigos e namorados, só assim você vai saber se são realmente o que elas mostram ser. Pessoas com muitos amigos não são tão confiáveis, todo mundo tem um melhor amigo e seu segredo pode não estar tão bem guardado. Cuide do seu quarto e o mantenha sempre organizado isso vai fazer com que você jao perca muito tempo procurando as coisas.
Naquela casa tinha tanta alegria aos sábados de festa. Todos juntos fazendo o jantar e todos juntos limpando depois. Tinha brigas e reconciliações e enterro dos ossos aos domingos. Tinha vizinhos-parentes e parentes-vizinhos. Tinha café da tarde e conversas altas. Primos corrrendo juntos com os cachorros de estimação. Tinha tudo que uma família de verdade tem e me pego sentindo falta dela todos os dias. Vejo outras famílias, mas a minha era melhor porque era minha.
Agora, só restou eu e esse imenso baú de lembranças boas e de saudades, e de apego, e de Carinhos e conselhos maternos. Comitiva pra ajudar na tarefa de casa, festa com cada nota boa da escola e comoção geral por uma nota ruim. Sinto falta de tudo isso e sofro. Sei que nunca será igual. Era a minha família perfeita com seus defeitos e eu amava todos eles, mas as outras tem sim suas belezas mas nunca será comparada à mágica da minha. Nas outras há fofocas, brigas e rancor pelos cantos, algumas alegrias, mas nem sempre tão compartilhadas e em nenhuma delas encontro meu amor e minha alegria infantil que ficou lá, na minha enorme e perfeita família perdida.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Borboletas e medos e achos
É um frio na barriga, como se houvessem milhões de borboletas, mas como a sensação neste caso é ruim, eu penso como se fossem besouros, ou qualquer inseto que voa insistentemente, e não param nunca. Só quando eu durmo, às vezes quando como. Engraçado, parece fome, aquela fome que dá de repente, fome de doce, mas eu sei que se eu comer um doce não vai adiantar. Ou será que serve? Vou comer um pra ver se resolve. Paro em uma barraquinha e compro 3 barras de chocolate. "Deve servir, se não, não era fome.
Como uma das barrinhas e a sensação logo volta, tento comer o outro e os insetinhos continuam voando, não era fome, talvez um salgado... Era tensão, nervosismo. Essas coisas não saem de mim por nada.
Como quando perdemos um grande amor, quando sofremos por alguém que não veio, ou como quando vemos aquele alguém que faz nosso coração disparar e as pernas tremerem.
Mas nada disso está acontecendo agora. Tenho essa sensação a todo o tempo. Será que estou sempre ansiosa? Também pode ser medo.
É. Eu tenho medo de muitas coisas, de ter alguém me seguindo, de cair na rua. Também tenho medos mais complexos, medo de tomar decisões erradas, medo de fugir, medo de ficar aqui pra sempre.
Pode ser medo também. Nesses poucos anos de existência, esses besouros/borboletas nunca saíram de mim. Talvez eles realmente existam, uma forma evoluída de vermes. Droga, estou ficando com medo disso também, mutações genéticas no meu corpo.
Tenho um medo maior que todos, de que ninguém me compreenda nunca. A pior coisa seria se nem meu psicólogo me entendesse e acho, sinceramente que eles não me entendem, e acho também que esse não é o trabalho deles, afinal, qual o trabalho deles?
Dá pra perceber? Penso em muitas coisas, boas, ruins, ótimas. Tenho ideias furtivas e vontades exageradas. Me empolgo para uma coisa no máximo, por uma semana, depois enjoo. É, acho que não posso fazer planos a longo prazo.
Principalmente por causa dessa sensação no meu estômago, essas borboletas, ou insetos, ou não sei.
Acho que não, acho que eles fazem parte de quem eu sou, fazem parte do meu medo e das minhas alegrias repentinas e das vontades furtivas e obsoletas.
Às vezes, eu acho que eu acho muito, sobre tudo, e é por achar tanto que nunca consigo me empolgar por muito tempo, começo a achar que pode dar errado, ou que não era a opção certa, daí vem o medo, o medo de nunca conseguir arrumar as coisas, o medo de não ser, o medo dessas malditas borboletas nunca saírem de mim e o medo delas saírem de mim um dia.
Como uma das barrinhas e a sensação logo volta, tento comer o outro e os insetinhos continuam voando, não era fome, talvez um salgado... Era tensão, nervosismo. Essas coisas não saem de mim por nada.
Como quando perdemos um grande amor, quando sofremos por alguém que não veio, ou como quando vemos aquele alguém que faz nosso coração disparar e as pernas tremerem.
Mas nada disso está acontecendo agora. Tenho essa sensação a todo o tempo. Será que estou sempre ansiosa? Também pode ser medo.
É. Eu tenho medo de muitas coisas, de ter alguém me seguindo, de cair na rua. Também tenho medos mais complexos, medo de tomar decisões erradas, medo de fugir, medo de ficar aqui pra sempre.
Pode ser medo também. Nesses poucos anos de existência, esses besouros/borboletas nunca saíram de mim. Talvez eles realmente existam, uma forma evoluída de vermes. Droga, estou ficando com medo disso também, mutações genéticas no meu corpo.
Tenho um medo maior que todos, de que ninguém me compreenda nunca. A pior coisa seria se nem meu psicólogo me entendesse e acho, sinceramente que eles não me entendem, e acho também que esse não é o trabalho deles, afinal, qual o trabalho deles?
Dá pra perceber? Penso em muitas coisas, boas, ruins, ótimas. Tenho ideias furtivas e vontades exageradas. Me empolgo para uma coisa no máximo, por uma semana, depois enjoo. É, acho que não posso fazer planos a longo prazo.
Principalmente por causa dessa sensação no meu estômago, essas borboletas, ou insetos, ou não sei.
Acho que não, acho que eles fazem parte de quem eu sou, fazem parte do meu medo e das minhas alegrias repentinas e das vontades furtivas e obsoletas.
Às vezes, eu acho que eu acho muito, sobre tudo, e é por achar tanto que nunca consigo me empolgar por muito tempo, começo a achar que pode dar errado, ou que não era a opção certa, daí vem o medo, o medo de nunca conseguir arrumar as coisas, o medo de não ser, o medo dessas malditas borboletas nunca saírem de mim e o medo delas saírem de mim um dia.
É tanto medo, tanta borboleta, tanto acho e nada encontro.
quarta-feira, 29 de maio de 2013
sábado, 29 de dezembro de 2012
Tudo tem seu tempo, até o próprio tempo.
Quem separou o ano em doze meses fez a escolha mais acertada de todos os tempos.
Doze meses, tempo suficiente para ficarmos exaustos de trabalho, termos momentos incríveis de alegrias, decepções, escolhas, aprendizados.
E como se o tempo voasse, escorrendo por nossas mãos, passando rápido em nossos olhos... Ano Novo.
Acabaram-se as chances desse ano. O Ano é Novo, são novas metas a cada ano, e tudo se reinicia.
Doze meses, é o tempo suficiente para se reinventar, reviver, reaprender e se não der certo, mais um ano virá. E após, várias outras chances.
Nesses doze meses descobrimos a verdadeira função do tempo, o quanto precisamos deixar ele atuar em nossas vidas, necessidade de esperar, entender. Quanto mais velhos ficamos, mais pacientes nos tornamos. E porque isso? É o resultado dos doze meses. Tudo tem seu tempo, sua ordem, levam-se doze meses para completar 1 ano, o mês é dividido em trinta dias, e isso é imutável, assim como as horas, os minutos, não há como se atrasar, como adiantar, deve-se viver os doze meses integralmente, seus segundos, minutos, horas. Nada é pra ontem, nunca foi tarde demais. Há um plano, um caminho, uma razão.
É em função do tempo que envelhecemos, temos o tempo suficiente para aprender, nada é eterno, muito menos o nosso tempo. Portanto, temos todo o tempo do mundo, mas admita a si mesmo todos os dias que até o tempo tem um fim, admita que, tudo tem seu tempo, até o próprio tempo.
Nem tudo é eternamente perfeito. O tempo sim, o tempo é perfeito, sempre na mesma velocidade, no mesmo instante. E se o relógio rodar por 120 minutos, haverão se passado exatamente 2 horas, em qualquer lugar do mundo, para qualquer pessoa do mundo.
É tempo de ser feliz, de se redescobrir, de tomar coragem.
AINDA É TEMPO, AINDA HÁ MUITO TEMPO!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Não desista!
Quando as coisas não vão bem, como pode acontecer,
Quando a estrada só vai para cima e nunca parece descer,
Quando o dinheiro é pouco, e as dívidas como o mar,
Quando se quer sorrir, mas só se pode chorar,
Quando há cuidados que nos querem oprimir,
É preciso descansar, mas nunca desistir!
Com suas reviravoltas, a vida vai correndo
E todos nós acabamos aprendendo
Que muitos dos nossos erros poderiam ser evitados
Se tivéssemos persistido e não desanimado.
Não desista então, mesmo que a coisa não caminhe,
Você pode vencer, com só mais uma forcinha!
Sucesso não passa de fracasso às avessas,
É o brilho que se vê ao redor das nuvens mais espessas.
Você nunca sabe se está prestes o seu alvo de atingir,
Pode estar chegando, embora não o possa discernir;
Portanto, continue lutando quando a dura luta chegar,
Quando tudo parece pior é que você não pode desanimar!
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Bem que me avisaram

No começo tudo são flores, mas depois? Depois vem as pragas da plantação. E o pior é que eu fui avisada, desde o princípio.
Ouvi muitos conselhos, mas não queria acreditar, aliás, não queria nem ouvi-los de verdade, apenas escutar sem absorver e muito menos interpretar. E eu sempre debatia, ele não é bonito (não que beleza seja um fator predominante pra uma esolha minha) mas é legal, a família dele é rigorosa mas ele se esforça pra me defender, ele trabalha muito mas, sempre que pode me dá atenção, ele não é dos mais inteligentes mas, é engraçado. E assim, uma coisa ia substituindo a outra, mas no fundo eu sabia, no fundo eu sempre soube que era verdade, que meu comportamente muitas vezes era agressivo, minhas tentativas de mudar ele de qualquer forma, os ataques de raiva, a falta de vontade de tudo, eu sabia que isso não era normal, sabia que existia um fundo naquilo tudo.
Hoje, meses depois eu descobri que era só a minha vontade de ter alguém que ele não era, era meu anseio de exigir por algo que eu sabia que ele nunca poderia me dar e muito menos que ele poderia ser, hoje eu posso ver claramente que não era ele que me fazia feliz e sim uma situação cômoda pras ambas as partes de ter alguém por perto sempre que precisasse, seja pra brigar, pra estar junto, ou até mesmo pra odiar seus defeitos. Faltava paixão, derrepente até amor, faltou fogo, calor, intensidade, faltaram as almas porque pelo visto elas se rejeitaram desde o principio. Contudo, é impossivel saber se um dia haverá alguém em que eu não veja defeitos, ou melhor, alguém que eu não queira mudar em nada, menos ainda os defeitos.
Ou seja, não é questão de ele não ser bom, ou eu não ser boa o suficiente é só uma questão de não sermos suficientes para completarmos um ao outro, ele é o cara ideal sim, mas não pra mim, e eu certamente sou perfeita, mas não pra ele, ou para ninguém, ou até sou imperfeita, mas um dia há quem ame até as minhas imperfeições.
E mesmo assim eu continuo a querer aquele que era cheio de defeitos e odiava minhas imperfeições.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
A inocência do prazer
Já passou, fomos perdoados por todos os deuses do amor. Acabou, podemos ser claros como era antes, seja lá como for. Alguém tentou desesperadamente sentir algo decente. Sou feliz, pois já fui julgada daqui pra frente, tudo é meu. Então fala baixo, fala baixo e sente eu vou te dar um presente.
Vento novo, flores e cores. Fim do verão tropical, novos ares, novos amores. Tudo volta ao seu estado normal, sou feliz e trago as provas nos meus olhos molhados e vejo a vida tão diferente.
"Eu já posso entender a inocência do prazer"
Vento novo, flores e cores. Fim do verão tropical, novos ares, novos amores. Tudo volta ao seu estado normal, sou feliz e trago as provas nos meus olhos molhados e vejo a vida tão diferente.
"Eu já posso entender a inocência do prazer"
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Ter ou não ter namorado

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro.
Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrimas,nuvens, quindim, brisa, de filosofia.Paquera, gabiru, flerte, caso, transa, envolvimento,
até paixão, é fácil. Mas namorado, mesmo, é difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser parruda, decidida, ou bandoleira: basta um
olhar de compreensão ou mesmo de aflição.
Quem não tem namorado não é quem não tem um amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento e dois amantes, mesmo assim não tem namorado.
Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema sessão das duas,medo do pai, sanduíche de padaria e drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou lagartixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infidelidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de durar.
Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, de flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinícius de Morais ou Chico Buarque lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia de viajar junto para a Escócia ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário.
Não tem namorado quem não gosta de dormir agarrado, fazer festa abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a sua criança e a do amado e sai com ela para parques, zoológicos, fliperamas, beira d’água, show de Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical de metrô.
Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu amado ser paquerado. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado
de repente no fim de semana, na madrugada ou ao meio dia de sol em plena praia cheia de rivais.
Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações, quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.
Não tem namorado quem confunde ficar sozinho com ficar em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.
Se não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de grilos e medos. Se você não tem namorado é porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida parar e de repente parecer que faz sentido.
(Carlos Dummont de Andrade)
domingo, 21 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
HOJE EU TÔ SOZINHA!
Hoje eu tô sozinha e não aceito conselho, vou pintar minhas unhas e meu cabelo de vermelho...
Hoje eu tô sozinha. Não sei se me levo ou se me acompanho, mas é que se eu perder... eu perco sozinha, mas é que se eu ganhar... aí, é só eu que ganho. Hoje eu não vou falar mal nem bem de ninguém.
Logo agora que eu parei, parei de te esperar, de enfeitar nosso barraco, de pendurar meus enfeites, te fazer o café fraco! Parei de pegar o carro correndo, de ligar só prá você, de entender sua família e te compreender. Hoje eu tô sozinha e tudo parece maior mas é melhor ficar sozinha que é prá não ficar pior...
E já que eu tô só, não sei se me levo ou se me acompanho. Mas é que se eu perder, eu perco sozinha e se eu ganhar... Aí é só eu que ganho!
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Our love is broken

I never needed your corrections on everything from how I act to what I say, I never needed words, I never needed hurt, I never needed you to be there everyday. I'm sorry for the way I let go of everything I wanted when you came along but I am never beaten. Broken, not defeated. I know next to you is not where I belong and it's a little late for explanations there isn't anything that you can do and my eyes hurt, hands shiver, so you will listen when I say: Baby, I don't want to stay another minute, I don't want you to say a single word there is no other way I get the final say. No more words, no more lies, no more crying, no more pain, no more hurt, no more trying.
(Hush hush)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Quando fui chuva - Maria Gadú
Quando já não tinha espaço, pequena fui onde a vida me cabia apertada. Em um canto qualquer, acomodei minha dança, os meu traços de chuva. E o que é estar em paz pra ser minha sem ser tua? Quando já não procurava mais pude enfim nos olhos teus, vestidos d'água, me atirar tranquila daqui, lavar os degraus, os sonhos, as calçadas.
E, assim, no teu corpo eu fui chuva ... jeito bom de se encontrar!
E, assim, no teu gosto eu fui chuva ... jeito bom de se deixar viver! Nada do que fui me veste agora sou toda gota, que escorre livre pelo rosto e só sossega quando encontra tua boca. E, mesmo que eu te perca, nunca mais serei aquela que se fez seca vendo a vida passar pela janela.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Puramente cruel

Eu gosto é da coisa errada, da noitada, da noite virada;
O que eu quero é aventura, travessura, firula
O bom é ser mal amada, ser idolatrada...
Há os que são bons por natureza, certos por costume e vontade, Há os que são bons quase sempre, mas que sonham com suas maldades e as dispertam ás vezes muito sonsamente. Eu me defino cruel. Não com os outros mas comigo mesma, gosto do que faz mal, do veneno doce que amarga no final, gosto de ser boa aos próximos e definida como incógnita aos alheios. Gosto, Quero, Preciso, Sou assim: Indefinida, ambígua e ao mesmo tempo decidida, firme e certeira em meus alvos, não vivo pensando em adiar a morte e muito menos em quando ela virá, não creio que eu seja ao ápice compreensiva, mas ás vezes tento o ser para não parecer de toda ignorante, Ironica, Detalista, Desligada, masoquista, não gosto do que é fácil mas me apego á eles pra não ser totalmente desprendida, apesar de o ser sempre. Quero o difícil, mas o difícil por completo, do jeito que idealizei. Quero o que quero e ponto, não há mais, nem menos, há o que tem que ser, o que eu escolhi que será. E assim vai ser não importa o tempo que possa demorar. Eu espero, o tempo que for. Eu quero é ser livre! do jeito que meu sonho me mostrou.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Quantos quilômetros você fuma?

Certa vez, um bom amigo foi consultar um determinado médico.
- Boa tarde, doutor!
- Boa tarde!
- Como vai passando o senhor?!
- Se estou chegando ao estaleiro, o barco não está bom.
- Então, mãos à obra, pois quero vê-lo navegando feliz pelos mares da vida. O que o senhor vem sentindo? São as velas ou é o motor?
- São os pulmões, creio. Sinto fortes dores e dificuldades na respiração. Estou afundando, doutor!
- Ora, não se assuste. Coragem. Submarino afunda e sobrevive. O senhor fuma?
- E muito.
- Quantos maços por dia?
- Acredito que comecei com um maço. Hoje já estou fumando um exagero. Quase três maços! Dois e meio é certo.
- Então vejamos. Um cigarro mede 9 cm. Um maço tem vinte cigarros, somados, teremos um metro e oitenta. Admitindo-se, em média, dois maços por dia, o amigo queimou 3 metros e 60. Continuemos. Em uma semana fumou 25 metros e 20 centímetros. Vejamos em um mês. Nada mais nada menos que 1.200 cigarros, perfazendo um total de 1.314 metros, ou seja, 1 quilômetro e 314 metros. Quantos anos o senhor tem?
- Estou beirando os 56.
- Descontando-se os quebrados, o senhor já deve ter fumado uns 35 anos. Voltemos aos cálculos! Em trinta anos o cavalheiro fumou 438.000 cigarros, deixando um rastro de cinza de 39 quilômetros e 420 metros. Somemos mais 6 quilômetros e 570 metros dos 5 anos restantes e teremos 45 quilômetros e 990 metros.
- Barbaridade, passa de Mairiporã!
- Como não sou engenheiro, podemos admitir pequenos enganos nos cálculos.
- E agora, doutor?
- Agora, vamos à nossa tabela. Aqui está: 5 quilômetros - chiados no peito; 10 quilômetros - bronquite; 15 quilômetros - bronquite asmática. (Não posso dizer que aos 30 quilômetros é câncer).
- O que foi doutor?
- Nada. Apenas aconselho o amigo que vá largando de fumar, antes de atingir perigosas quilometragens. Passe bem!
(“DIÁRIO DE SÃO PAULO”)
Dedicada á lei antifumo.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Meu bem...

Meu bem, use a inteligência uma vez só, quantos idiotas vivem só, sem ter amor e você vai ficar também sozinho e
eu sei porque. Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo. Quantas vezes eu tentei falar que no mundo não há mais lugar pra quem toma decisões na vida sem pensar. Conte ao menos até três, se precisar conte outra vez, mas pense outra vez meu bem. (Sua Estupidez)
"E agora? separados quem somos? somos um programa de televisão que sai do ar e como ninguém desliga o aparelho de tv fica aquele chiado incomodando no escuro? somos a lembrança de um beijo que não foi dado? se você não queria ser infeliz comigo, saberá ser infeliz sozinha?"
terça-feira, 19 de maio de 2009
Se...

Se todo dia fosse como hoje, se todo amanhã fosse como ontem, se todo dia fosse domingo e se toda cama tivese um casal como nós dois. Se existem momentos inesquecíveis e paixoes inabaláveis, somos nós. E meu sentimento por você pode até mudar, de nome, de lugar, de intensidade... mas nunca deixará de ser o que é. Se tua ausência deixa silêncio em todo canto e tua presença colore meu mundo feito uma aquarela.
Não me deixa sozinha hoje, você acabou de chegar mas já estou com saudades. Que tal esquecer dos compromissos e fingir que é domingo? Podemos nos aventurar na cozinha ou só pedir uma pizza, deita aqui comigo, esse frio só você esquenta. Se um dia eu te quis por perto, hoje eu digo que preciso de você. Eu deixo você ir depois que escurecer, só nunca se esqueça de deixar um beijo enquanto durmo, de me admirar antes de fechar a porta e olhar pra minha janela, antes de dar partida no carro.
segunda-feira, 16 de março de 2009
Ultimo dos românticos!

Dizem as línguas alheias que existem cerca de 3 homens para cada mulher no mundo. Ou seja, as mulheres já estão matematicamente destinadas à disputar à tapa (ou à capacidade) os homens no mercado. Usando ainda o cálculo de 3 para 1, descartamos os 80% canalhas e falsos apaixonados e ficamos com os 20% que em tese, são sinceros e verdadeiros (até que se prove ao contrário). E desses 20% descobri 1 na minha cama!! (Pausa dramática pra reflexão) como eu consegui isso?
- Venho aqui especificar que a expressão "na minha cama" é meramente figurativa no meu caso, mas não descartemos a possibilidade de você, cara leitora, ter um deles já em seu humilde colchão relaxante.
Enfim, voltando ao tema. Depois de uns tempos solteríssima e assumidíssima naquela fase de não querer nem me preocupar com homens, enjoei da vida independente e passei a observar os homens à minha volta, fiquei com uns, outros até tive relacionamentos mais sérios, mas nada que chegasse a um namoro de verdade, então, depois de desistir dessa saga cruel e deixar o destino dizer, eis que e vejo com o último dos românticos e carinhosos em minha simples vida, com direito à ligações despertador (para me acordar na hora que eu peço), com ligações de boa noite, e durante o dia, e atenção máxima em qualquer situação (até no trabalho dele, num dia movimentado). Assumo que ser mimada é uma coisa bastante comum na minha vida, afinal filha única e neta única é pra essas cosias, mas mimo de namorado é outra coisa, né! Talvez por termos pouco tempo de namoro as coisas ainda são novidades e etc. Dá pra ver quando um homem é carinho, só pelo jeito de falar, e de assumir diversas situações. E convenhamos, um cara canalha é bom, mas um romântico é melhor ainda! Os românticos (verdadeiros) são homens que sabem ser sagazes, sabem ter seus momentos doces e infantis e as horas que ele realmente deve ser um homem. Enfim, A uns posts atrás disse que declarava público meu amor aos canalhas.
Agora me dou o direito de mudar um pouco a frase: "Declaro público minha atração aos canalhas, e meu amor aos verdadeiros românticos."
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